sábado, março 24, 2012

Efeito Borboleta II


Zangar-se por escolhas feitas?
Muitas vezes, por influencia, pressão ou ansiedade, escolhemos percorrer caminhos sinuosos. Ao fazer a escolha, contamos com a sorte, a astucia o tirocínio. Em momento algum nos lembramos das “pedras no caminho”, mas elas existem. Estão “lá” para nos ensinar, ajudar a amadurecer e a compreender “nosso” Universo. A repetição faz parte deste Universo, eu escolhi quebrar paradigmas, romper com o circulo vicioso do receio, do medo de ter algo, da insignificância materialista. Sou o único responsável por ter feito esta escolha. Os resultados que vieram e virão, foram e serão acolhidos por mim, mesmo que às vezes não seja como eu queria que fosse, ou como tenha imaginado.
“Sou o único responsável por me encontrar na situação em que me encontro”.


Arroyo -24/03/2012.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Efeito borboleta.



E Tu, que acreditas ser “Onisciente”?



Por quanto tempo manterás esse conluio com “Lúcifer”?



Teu tirocínio ainda não lhe mostrou os sinais enviados pelo Universo?



Para que Tu sofras, sofrerão os teus. Para que Tu sintas, sentirão os teus. Para que Tu enxergues, os teus, serão atirados às pedras, pedras que Tu, “O Onisciente”, trouxestes com teu egocentrismo. Pare agora! Abra os olhos, veja-te, reflita. Quantos dedos serão arrancados dos que te amam, até que escolhas o caminho da justiça?
Tua escolha refletirá no teu futuro e no futuro de todos a tua volta. Escolha com dignidade, com boa índole.
Tu não és único neste planeta. Lembre-se disso.




Arroyo

domingo, fevereiro 26, 2012

O Flibusteiro.



Como age este pusilânime?



O gatuno age à surdina, no lusco-fusco, ou quando a descontração aflora. Aproveita-se dos intemeratos, julga todos a sua volta como estultos. Por covardia foge, sempre que descoberta suas trafulhices. Atraca em portos desconhecidos para, utilizando de suas artimanhas, engazopar os que acreditam na dignidade do homem. Com fala mansa e palavras doces esse Mefistófeles do século XXI, “atira” a semente que proverá seus “proventos”, ludibriando, inclusive, parentes próximos, como os pais, irmãos, primos. Claro, amigos é algo que este embusteiro não tem, alias, faze-os, para tirar proveito dos distraídos. Palavras como, honra, pudicícia ou, rectidão, fazem parte do seu léxicon, entretanto, apenas para usurpar. Incréu, este “corsário caguinha”, terá o seu algoz. Este tirano já tem em seu encalço o verdugo que fará justiça. Este velhaco irá no mínimo, “descansar” na aljube. O Universo urde em prol da equidade.






Arroyo

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Justiça dos homens



A justiça dos homens é diferente da justiça do Universo. A dos homens depende de interpretações, cada homem interpreta a sua maneira, quer ter razão quase sempre, não admite engano, erro ou responsabilidade. A do Universo vem, devagar, de forma que não nos damos conta, quando pensamos ter “ganho” perdemos, aquando acreditamos ter perdido, “ganhamos”, quando acreditamos ter sido esquecido, somos lembrados. O Universo faz justiça, mesmo quando não acreditamos nela.


Arroyo

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

O começo do fim

A Arrogância deixa o homem cego. Quando acreditamos ser mais importante do que aqueles que vivem em nossa volta, quando nos consideramos onicientes e que, tudo depende de nós, ai estamos cegos.
É o começo do fim.
Arroyo

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Greve da policia militar na Bahia

Em 2001 a policia entrou na UFBA e desceu o “PAU”. Estudantes e professores, “armados”, com livros, canetas e lápis. Sem medo de “errar” os policiais bateram a vontade.
Hoje; As forças armadas cercaram o prédio da assembleia legislativa do estado baiano, há dois dias, dizem que vão entrar e cumprir as ordens judiciais, onze mandados de prisão.
Você entrou? Eu também não! De repente ninguém é preso, a greve continua a cidade um caos, boatos de arrastão por todos os lados e as Forças Armadas esperam... O que?
Então, a greve é ou não é ilegal?
Então, se cumpre as ordens judiciais ou não?
Quanto tempo mais?
Já virou brincadeira.
“Moral” do governo do estado da Bahia já era.


Arroyo

domingo, janeiro 29, 2012

Solidão Amiga.



Sonhei que a solidão veio me ver. Ela me disse; “Estar só faz bem a Alma, entretanto, o homem nasce para cumprir missões, para isso deve ter alguém ao seu lado, quase sempre”. Está ao meu lado há muito tempo, vez ou outra sorri, descansa, nunca dorme. Ela, a solidão, tem sido leal, amiga, compreensiva, sempre ao meu lado, até nos momentos em que quero ficar só.

Arroyo - 29/01/2912

terça-feira, janeiro 24, 2012

Ingratidão do ser humano.

Ser esbulhado por alguém que não se conhece, pode ser aceito com mais facilidade, mesmo que seja algo doloroso. Mas quando se é esbulhado por alguém que se tem “confiança”, a dor é muito maior, quase impossível de se aceitar.

O lesado e o Algoz.

O Ódio, assim como a Paixão, pode levar um homem a realizar as mais tolas das atitudes. Ferir ou matar alguém, apenas levado pelo sentimento da vingança. É a ruina total dos homens, mas ocorre, mesmo quando os que estão à volta tentam amenizar e fazer que aja compreensão, o “lesado”, não consegue enxergar, escutar, quer apenas ver seu “algoz” castigado.




Arroyo

domingo, janeiro 22, 2012

Pobres Seres!

Para algumas pessoas as palavras; “amigo”, “amizade”, “lealdade”, “irmandade”, “confiança”, são sinônimos de; “ter dinheiro”. Ou seja; Acreditam piamente que, tendo dinheiro, “conquistarão” tudo o que cada uma delas significa. É Ter e não Ser. Pobres!


Arroyo

171 - III

A “casa cai” quando o estelionatário, acreditando na ingenuidade dos que estão a sua volta, se distrai, fala demais, por vaidade, e “entrega o ouro”. Detalhe; ele sempre comete os mesmos erros. Anda em círculos, retorna sempre ao mesmo ponto, onde tudo começou, encontra as mesmas pessoas, os mesmos "amigos" e volta para o mesmo "buraco". Até do dia do “Juízo Final”.


Arroyo

171 - II

O mal do malandro é achar que todos os que o rodeiam são tolos.


Arroyo

171

O estelionatário “enxerga” todos, a sua volta, como otários.
Acredita ser Onisciente.

Arroyo

quinta-feira, dezembro 08, 2011

VIVA A INADIMPLÊNCIA!

O mundo pertence aos bancos. Serei mais “sucinto”; 86% de todo bem material existente no planeta, pertence aos bancos. Mais de 80% dos automóveis que “circulam” pelas ruas, avenidas e estradas do nosso País, pertencem aos bancos. Portanto; VIVA A INADIMPLENCIA.
Sim, os banqueiros adoram a inadimplência.


Absurdo?

Não!


Então vejamos; Como poderiam os bancos, cobrarem a taxa de juros que cobram? Como poderiam justificar junto ao governo, junto à população, a cobrança vergonhosa, de juros exorbitantes?
INADIMPLÊNCIA!

Quanto mais pessoas ou instituições não pagarem seus “empréstimos” mais fácil manter os juros altos. Portanto, repito. VIVA A INADIMPLÊNCIA.
Assim entendo nosso sistema bancário. Com a inadimplência, o banqueiro tem o argumento ideal para manter uma taxa de juros escorchante, alegando que; quem paga a conta é o bom pagador, ou seja; o bom pagador, paga por ele e pelos outros.




Antony Arroyo 08/12/2011

segunda-feira, setembro 05, 2011

A gripe!


Normalmente, quando “pegamos” uma gripe, tentamos de todas as maneiras “escapar” da mesma. Alem dos remédios paliativos, que temos acesso através, das muitas farmácias espalhadas pelas cidades, temos também, os remédios caseiros. Chá de todos os tipos, casca de diferentes arvores e plantas, raízes, folhas, frutas (ex. Romã). Inalar álcool ou hortelã em água fervendo, também faz parte das diversas tentativas de cura. Entretanto, de acordo com a medicina moderna, nada disso vai, realmente, curar a gripe da tal VIROSE.
Com o medico não se pode falar, faz-se a consulta, mas ele, o medico, “já sabe” que temos uma VIROSE, nada mais do que uma “simples” VIROSE. E para por ai.
Todos nossos amigos, sócios, parentes e até conhecidos, tem, sem duvida nenhuma, uma receita “infalível”. Digo que, provei e tentei provar algumas centenas. Após 18 dias de VIROSE, sem ver uma melhora substancial, e já entrando no “desespero emocional”, resolvi escolher e acreditar que estava melhor.
Nesse dia, escrevi um recado para mim mesmo. Ei-lo:
É! Meu corpo esta “paralisando”. Quero sair, “arrancar” de mim todo “peso”, toda “dor”, todo desejo “arquivado” em meu coração. Viver! Apenas sentir a vida. Deixar a “ladainha”, as “caraminholas”, escolher ser feliz, AGIR!
Alias, Ser feliz é uma questão de escolha.




Arroyo 04/09/2011

segunda-feira, agosto 29, 2011

Mestre interior!


Para uns, algumas palavras bastam.
Para outros, um livro é suficiente.
Outros conseguem “enxergar” no decorrer dos estudos convencionais.
Entretanto, a maioria, passará uma vida e não descobrirá a luz, o mestre dentro de si. Não encontrará e não beberá do cálice da sabedoria, herança genética, que todos temos, mas que, por razões varias, não acreditamos. A vida passa e o guru, o mestre, não é encontrado. O âmago da razão, da estabilidade emocional não chega. Estará eternamente ansiosa, a procura em outrem, daquilo que está dentro de si.
“Somos nossos maiores algozes.”

Antony Arroyo
29/08/2011

sábado, agosto 20, 2011

Tempo!



O tempo esta diminuindo!
Já vivi, com certeza, mais de dois terços, quiçá ainda mais, desta minha trajetória. Já tenho historias para escrever, mas ainda não tenho netos para contar essas historias.
Quanto tempo me resta?
Que legado deixarei neste planeta? “Os amores?”
Só os amores?
Sim, os amores, por onde andarão?
Será que ainda nutrem lembranças?
Estas lembranças fazem rir ou chorar, trazem alegria ou tristeza?
“Passamos”, o legado fica.
Qual?




Antony Arroyo

sexta-feira, agosto 19, 2011

Amigo da Onça! Lembra dele?



Estava ele, com o amigo, Elvis*, sentado em um bar na ilha de Itaparica, bebendo cerveja e chalaceando, galhofando, enfim, parolando e rindo das aventuras de cada um.
A esposa de Elvis, com cara “amarrada”, sinalizava, a cada segundo o descontentamento com aquela situação. Sem poder abrir a boca, uma única vez sequer, durante horas, estava prestes a gritar, calem seus F. D. Ps. (pode imaginar uma mulher ficar horas de boca fechada, sem nem rumorejar?)
De repente Elvis levanta-se e diz:
Amigo, você é um magnífico estalajadeiro, a conversa esta maravilhosa, mas meu tempo é exíguo, tenho que ir, “meu” ferry sai às 14 horas, já são 13 horas.
O que? Pergunta o protagonista desta historia. (trocista inato)
“Nada disso. Me da aqui essa passagem, afinal sou diretor do BNB, tenho poder, muita influencia, resolvo isso agora.”
Pegou a passagem da mão de Elvis e escreveu no verso; “Autorizado para sair às 17h30min.” Neste momento pensou; “espero que ele perceba que isto é uma brincadeira.”
Elvis recolhe a passagem, lê, boquiaberto, as palavras escritas no verso, agradece e pensa; “Esse é o cara.”
Deram prossecução no bate papo, nessa altura dos acontecimentos, a esposa só pensava em como “esganar” aquele “amigo”. (continuava calada, que tortura)
Às 17 horas. Elvis levanta-se, irredutível, e diz;
“Querida, pegue o carro que vamos embora, você dirige.”
Ela, esboçando em sua face sinais de alivio por ver chegar o fim daquele encontro, ainda em estado de irresolução, resumiu, todo desejo e vontade que tinha de abrir a boca para falar, seja lá o que fosse, em um simples; “Sim, querido.”
Ao chegarem perto do terminal do Ferry boat, perceberam que, como sempre, havia uma fila gastronômica, uma balburdia total, azáfama e algazarra. Ela pergunta; “ficaremos aqui no fim da fila?”
Elvis, mostrando total satisfação em ter um amigo, diretor do BNB, responde;
Não! Vamos direto para entrada.
Ao chegarem à entrada, Elvis apressa-se em entregar a passagem ao controlador.
Controlador: “Amigo, esta passagem já era, foi às 14 horas.”
Elvis; “Veja no verso, meu amigo diretor do BNB, autorizou.”
O Controlador, com duvidas, percebeu que aquilo tudo tinha procedência ambígua. Perguntou; "Quem?"
Elvis, com ar impenitente e voz esfuziante, responde; "Dr. Fulano, meu amigo, diretor do BNB!"
Controlador; "Espera, vou ver." Saiu, voltou e disse; “Por favor, vá para o fim da fila, não sabemos quem é esse diretor.”
A esposa grita; “PERFÍDIA.” Em seguida balbucia; “quero matar você.”
Na verdade quer matar o amigo, o diretor do BNB (que já não é mais diretor da instituição referida). Ela espera, ainda hoje, para encontrá-lo, em qualquer lugar da Ilha de Itaparica, da Bahia, do Brasil ou do mundo, apenas para, digamos, enforcá-lo.
E o amigo que ficou na ilha?
Bem! Esse “amigo da onça”, quando comenta sobre o episódio, ri as gargalhadas, imaginando como foi à noite de Elvis, tendo que suportar a esposa ululando a noite toda, e que só conseguiu sair da ilha no ferry das 3 horas da madrugada.

Historia verídica! (contada aos risos por um amigo, o protagonista, durante caminhada matinal, em uma praça no centro da cidade do Salvador, Bahia)
* nome fictício











Antony Arroyo

quinta-feira, agosto 18, 2011

Medo!

Evitamos pensar em certas situações e acontecimentos, para não ter que enfrentá-los. Omitimos. Vemos, mas não enxergamos, ouvimos, mas não escutamos. E, por quê?
MEDO!
Medo que o “sonho” se transforme, não no que queremos, mas em algo insuportável. Algo real como a crueldade do ser humano, o egoísmo aflorado em muitos que estão a nossa volta. Algo como, “descobrir” que somos semelhantes, mas que, definitivamente, não somos todos iguais. Esse medo que nos leva, a cada dia repetir nossos hábitos, mantendo a esperança que, algum dia será diferente, mas esse dia não chega, quando, em um momento de coragem e rebeldia, pensamos em reagir, o corpo falha, de repente percebemos que já não temos o “direito” sobre nossas vontades, já não podemos, física e biologicamente controlar nossos músculos e desejos, somos apenas anciões, sem força para nos mover e fazer valer nossa vontade. Alguém dirá, CALA BOCA VELHO... Com sorte, talvez já tenhamos perdido parte dos sentidos e, surdos, não escutaremos nada, como de outrora...

Arroyo 18/08/2011

quinta-feira, agosto 11, 2011

Email para um amigo.

Estimado amigo, Bom dia.

Deixemos de caraminholas e de aguardar bamburrias. Você, um homem matraqueado, que tem facúndia para lidar com eruditos e asselvajados, que é resiliente, refulgente, judicioso e intimorato, saberá sempre separar o intemerato dos bulhentos e trampolineiros. Com tua conduta deixou e deixará a espera aqueles que querem derrotá-lo. Estimado amigo, teu instinto vulpino fará de você a verve dos artistas. De um trampesco no pusilânime e galhofeiro e siga em surdina. Para evitar a aljube, devemos também evitar o embusteiro e o galopim. Quanto a mim, aguardarei aqui com exemplares de alfarrábios e minhas emulações fantasiosas. Amigo alvissareiro perdoe minha bazofia, mas na azáfama da vida moderna algumas bernadices podem nos fazer rir, portanto receba esta missiva com alegria e sorria, faz bem a saúde.

Paz Profunda!
Arroyo
11/08/2011